Epica

Epica

21 de Novembro - Altice Arena/Sala Tejo (Lisboa)
22 de Novembro - HARD CLUB (Porto)
1ª parte: Vuur + Myrath
Abertura de portas: 20h00 - Início do espetáculo: 20h30

Preço Bilhetes

25 euros

Classificação

M/6 anos

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Após uma arrebatadora e explosiva atuação, que ainda está certamente bem fresca na mente dos milhares de pessoas que tiveram o prazer de os ver na passada sexta-feira no VOA 2017, os EPICA vão estar de regresso a Portugal ainda antes do final do ano. Desta vez para prestações em nome próprio e numa data-dupla, em que a legião de seguidores nacional vai poder ver Simone Simons e companhia um pouco mais de perto, nos palcos da Sala Tejo e do Hard Club, nos dias 21 e 22 de Novembro, em Lisboa e no Porto respetivamente. Como “convidados especiais”, os holandeses vão contar com o enorme talento dos conterrâneos VUUR, liderados pela icónica figura de Anneke Van Giersbergen, que trazem na bagagem a muito aguardada estreia «In This Moment We Are Free – Cities», e com a etnicidade exploratória dos tunisinos MYRATH, que lançaram o explosivo «Legacy / ميراث» no ano passado e foram alvo de enormes elogios por parte da imprensa especializada.

Ainda focados no muito aplaudido «The Holographic Principle», editado em Setembro de 2016, e após terem feito o circuito dos grandes festivais de Verão, os EPICA embarcam agora numa nova campanha europeia como cabeças-de-cartaz e dão o passo seguinte numa carreira sempre em crescendo, numa espécie de remoinho de canções, álbuns, concertos, tours, milhares de fanáticos aos gritos, entrevistas, capas de revista e viagens à volta do mundo para atuar perante plateias rendidas ao encanto da sua música. Os números dos primeiros dez anos de percurso da banda formado por Mark Jansen em 2003 falam, de resto, por si próprios: espetáculos em mais de 50 países diferentes, atraindo multidões de 4,000 espetadores por noite na América do Sul e na América Central, mais de 4,500 fãs por noite na Europa, Ásia e Austrália e, nos Estados Unidos, uma média de 1,500 bilhetes vendidos diariamente. E, feitas as contas, mais de uma década depois de terem começado a tocar juntos, a verdade é que a popularidade do coletivo holandês não dá mostras de qualquer quebra.

Um nome ainda desconhecido de grande parte dos fãs de música pesada, os VUUR são a mais recente aventura de Anneke Van Giersbergen, a simpática e sedutora ex-vocalista dos lendários The Gathering. Depois de ter abandonado os autores de títulos tão marcantes como «Mandylion» ou «Nightime Birds» e de ter embarcado numa bem-sucedida carreira a solo, que a viu explorar terrenos mais próximos da pop, a talentosa holandesa ensaia agora um retorno às sonoridades mais pesadas e progressivas, na companhia de músicos ilustres da cena holandesa, entre os quais se contam Ed Warby (ex-Gorefest, Ayreon) e o guitarrista Jord Otto (ex-ReVamp). «In This Moment We Are Free – Cities», o álbum de estreia da banda, tem data de edição marcada para 20 de Outubro e promete surpresas. Por seu lado, os MYRATH – oriundos de Ez-Zahra, na improvável Tunísia – tomaram forma em 2006 e, durante os 10 anos seguintes, apoiaram-se em discos como «Desert Call», «Tales of the Sands» ou o mais recente «Legacy / ميراث» para estabelecer reputação como uma das mais exóticas e desafiantes propostas que a música extrema tem hoje para oferecer.

BILHETES

Locais de Venda: Blueticket (http://www.blueticket.pt), Ticketline (1820 - http://www.ticketline.sapo.pt). Em Espanha: Masqueticket.
Lojas: Abreu, Worten, Fnac, Note!, MMM Ticket, C.C. Mundicenter, C.C. Dolce Vita, SuperCor, U-Ticketline, Ask Me Lisboa, El Corte Inglês, A.B.E.P., Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Forum Aveiro, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto, Time Out Mercado da Ribeira e Unkind.pt.

BIOGRAFIA EPICA

Os EPICA nasceram em 2002, no exato momento em que Mark Jansen deixou os After Forever para perseguir os seus próprios sonhos e descobriu que o guitarrista Ad Sluijter, o baixista Yves Huts e o pianista Coen Janssen se identificavam com a sua nova visão musical. Poucos meses depois, a vocalista Simone Simons e o baterista Jeroen Simons completam a formação do grupo, que foi buscar o nome ao título de um álbum dos Kamelot, dos quais os membros da banda são confessos fãs. Musicalmente, destacaram-se desde cedo, não só por serem tão influenciados pelo rock como pela corrente sinfónica do metal, mas pela paixão que Jansen nutre pelas bandas-sonoras compostas por nomes como Danny Elfman e Hans Zimmer, que têm um impacto significativo na música que fazem. Poucos meses depois, o quinteto já tinha reunido material para gravar o álbum de estreia, «The Phantom Agony». O álbum foi lançado mundialmente em 2003, seguindo-se uma longa digressão e os esforços dos músicos foram compensados no ano seguinte com um Essent (um importante galardão holandês para jovens bandas).

Mantendo-se na estrada durante 2004, voltam ao estúdio um ano depois. «Consign To Oblivion» trepa ao #12 da tabela de vendas holandesa, mantendo-se depois no Top 100 durante sete semanas. Com a criatividade a fluir, nesse ano ainda gravam e lançam outro disco, «The Score: An Epic Journey». A banda-sonora para o filme holandês «Joyride» pauta-se pela ausência de guitarras, bateria ou vozes e contém canções sinfónicas, principalmente instrumentais. Depois de quatro anos a trabalhar no duro e sem paragens, têm finalmente tempo para refletir sobre o facto de, num tão curto espaço de tempo, se terem transformado em porta-estandartes de uma tendência em ebulição. 2006 é marcado pela edição de «The Road To Paradiso», um “photo-sound book” que faz a trajetória do coletivo em palavras e imagens. A parte sonora é representada por um CD que inclui inéditos, gravações ao vivo e maquetas. No entanto, um ano que tinha começado tão bem termina em rota descendente, quando o baterista Jeroen Simons decide sair.

Por esta altura, depois de centenas de concertos em dezenas de países de todo o mundo, já os EPICA se tinham transformando uma máquina bem oleada e imparável. É com Ariën Van Weesenbeek (ex-God Dethroned) sentado atrás do kit que, em 2007, assinam contrato com a gigante Nuclear Blast, que lança o verdadeiro terceiro álbum uns meses depois. «The Divine Conspiracy» apresenta mais coros, mais guitarras, mais grunhidos e mais velocidade, concluindo o conceito “Embrace The Smothers”, que Jansen tinha começado a explorar em «Prison Of Desire», ainda no tempo dos After Forever. Em 2008, após uma impressionante maratona de tours que resultou no disco ao vivo «The Classic Conspiracy», é a vez do guitarrista Ad Sluijter abandonar, sendo substituído por Isaac Delahaye. Mais orientado para as guitarras, «Design Your Universe» é editado em 2009 e, hoje, é visto como uma obra-prima. Muitas bandas poderiam ter vacilado perante o peso das expectativas, mas os EPICA não se deixaram afetar e com «Requiem For The Indifferent», de 2012, deram início a um novo capítulo da sua história. Sem mostras de abrandamento, a escala para o panteão do som de peso teve continuidade com os muito bem-recebidos «The Quantum Enigma» dois anos depois e, já em 2016, «The Holographic Principle».

 

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