Baroness

Baroness

27 de Junho 2018 - LAV - Lisboa ao Vivo (Lisboa)
1ª parte: TBC
Abertura de portas: 20h00 - Início do espetáculo: 21h00

Preço Bilhetes

20 euros

Classificação

M/6 anos

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Há cerca de cinco anos, a carreira do quarteto de rock/metal mais ambicioso da Geórgia foi posta em stand by por um horrível acidente de viação que ameaçou deixar o coletivo em ruínas. Sem nunca baixar os braços, com uma formação renovada e as cicatrizes da tragédia ainda visíveis por dentro e fora, os BARONESS ressuscitaram das cinzas e gravaram o álbum mais triunfante de um percurso brilhante. Agora, depois de ter passado os últimos dois anos quase ininterruptamente na estrada e enquanto não lança o muito aguardado quinto registo de originais, o quarteto vai fechar o ciclo de promoção ao colossal «Purple» com mais uma rota de espetáculos pela Europa. Com passagem marcada por alguns dos mais respeitados festivais de Verão do velho continente, em Portugal os BARONESS vão protagonizar uma surpreendente aparição em sala fechada com uma atuação marcada para o dia 27 de Junho, no Lisboa ao Vivo, em Lisboa.

Formados a meio de 2003 em Savannah, na Geórgia, o reduto sulista que também deu ao mundo da música pesada os Kylesa e os Black Tusk, entre muitos outros, os BARONESS são um dos grupos mais talentosos saídos do underground norte-americano durante a primeira década do Séc. XXI. Com um pé firmemente apoiado no rock mais tradicional e o outro empoleirado no metal, um apurado sentido melódico e vontade de chegar mais longe que o óbvio, construíram uma carreira exemplar apoiada numa sequência de três álbuns exemplares – o «Red Album», o «Blue Record» e o «Yellow And Green», de 2007, 2009 e 2012 respetivamente – e numa rigorosa ética de trabalho, que os viu tocarem para plateias rendidas um pouco por todo o lado e, inclusivamente, o honroso convite para fazerem “suporte” a gigantes como os Metallica, os Mastodon e os Deftones. Depois, de um momento para o outro, foi como se lhes tivessem tirado o tapete debaixo dos pés.

A 15 de Agosto de 2012, na viagem entre Bristol e Southampton para completar mais uma data de uma tour britânica, os BARONESS e a sua equipa viram-se envolvidos num aparatoso acidente de viação, que deixou o veículo em que circulavam totalmente destruído e grande parte dos seus ocupantes em estado de choque. Este trágico acontecimento teve um impacto profundo em todos os envolvidos e, numa altura em que estava a atravessar o melhor momento de forma da sua carreira, a banda viu-se forçada a reequacionar um brilhante futuro. Mostrando uma determinação sem precedentes, John Dyer Baizley focou-se na catártica tarefa de transformar a tragédia em algo positivo e, com a preciosa ajuda de Nick Jost e Sebastian Thomson, a nova secção rítmica, gravou «Purple». Editado a 18 de Dezembro de 2015, o quarto longa-duração mostrou os músicos norte-americanos a redescobrirem-se a si próprios, num dos registos mais sentidos que já assinaram.

BILHETES

Locais de Venda: Ticketline.
Em Espanha: Masqueticket.
Lojas: Abreu, Worten, Fnac, MediaMarkt, Note!, C.C. Mundicenter, C.C. Dolce Vita, SuperCor, UTicketline, Ask Me Lisboa, El Corte Inglês, A.B.E.P., Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Forum Aveiro, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto, Time Out Mercado da Ribeira e Unkind.pt.

BIOGRAFIA BARONESS

Os quatro elementos fundadores dos Baroness – John Dyer Baizley na guitarra e voz, Brian Blickle na guitarra, Summer Welch no baixo e Allen Blickle na bateria – são todos originários de Lexington, na Virgínia, sendo que decidiram apostar tudo na sua carreira musical e mudar-se para Savannah, na Geórgia, quando formaram a banda em meados de 2003. O quarteto estreou-se nas edições dois anos depois, com o lançamento de «First», um EP de três temas lançado através do selo independente local Hyperrealist Records. Um segundo EP, intitulado simplesmente «Second», apareceu nos escaparates antes de 2015 chegar ao fim e, sem perder tempo, no ano seguinte, o grupo juntou-se a outra banda de Savannah, os Unpersons, para juntos editarem um EP partilhado com o título «A Gray Sigh In A Flower Husk», que foi lançado através da At A Loss Records. Em 2007, os Baroness assinam finalmente um muito almejado contracto de edição com uma estrutura maior, neste caso com a respeitada e muito influente Relapse que, no Outono de 2007, lançou por fim «Red Album», o aguardado longa-duração de estreia. A banda fez-se à estrada, perdendo pelo caminho Blickle, que foi rapidamente substituído por um amigo de longa data.

Foi com Pete Adams, dos Valkyrie, como membro efetivo da banda que gravaram «Blue Record». Editado no Outono de 2009, valeu-lhes rasgados elogios por parte da imprensa especializada e os Baroness passaram grande parte do ano seguinte em digressão ao lado de nomes tão lendários como Metallica, Mastodon ou Deftones. Prontos para dar o próximo salto em termos de exposição, os músicos mantiveram o mesmo método rigoroso de trabalho que lhes permitiu estabelecerem o nome e a reputação, saindo da estrada diretamente para o estúdio, onde começaram de imediato a trabalhar no terceiro longa-duração. «Yellow & Green», mais um registo conceptual, mas desta vez em dose dupla, seria editado a 17 de Julho de 2012. O disco, o último do contrato com a Relapse, mostrou-os a abrirem ainda um pouco mais as asas em termos criativos, com os músicos cada vez mas confortáveis a explorar a melodia ao invés do peso. A audácia valeu-lhes elogios e os músicos estavam vaticinados a dar mais um passo glorioso da sua progressão de carreira.

Embarcando de imediato em tour sob uma chuva de aplausos e, sem que nada o fizesse prever, viram, de um momento para o outro, o seu futuro em risco – literalmente, neste caso. Nem um mês após a edição do álbum, durante uma série de datas em Inglaterra, os músicos envolveram-se num acidente de viação, quando o veículo em que viajavam entre duas cidades inglesas galgou um viaduto perto de Bath e se precipitou no abismo. Os músicos e a equipa não sairam ilesos da tragédia – Baizley sofreu fraturas num braço e na perna, Blickle e o baixista Matt Maggioni (que tinha substituído Summer Welch uns tempos antes) foram hospitalizados com vértebras fraturadas. Felizmente, não houve fatalidades. Mostrando uma coragem de aço, Baizley e companhia atiraram-se rapidamente ao processo de cura, tendo como meta o regresso ao ativo em 2013.

Foi exatamente o que fizeram, depois de um período de recuperação e encorajamento por parte de gente ilustre como James Hetfield, com Nick Jost e Sebastian Thomson no lugar de Blickle e Maggioni, no baixo e na bateria. «Live At Maida Vale», gravado ao vivo nos famosos estúdios da BBC, seria disponibilizado no Verão de 2013, marcando o último registo do grupo com a formação pré-acidente. O quarteto renovado mostraria depois o seu valor em estúdio, já mais que comprovado em palco, gravando com o produtor Dave Fridmann dez novas canções que exorcizaram o acidente, as suas consequências e a determinação da banda. «Purple» foi lançado no Outono de 2015 e, desde então, a banda tem-se mantido em digressão, desde o ano passado com Gina Gleason na segunda guitarra.

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