Devin Townsend

Sepultura

29 ABRIL 2022 - CINETEATRO CAPITÓLIO (LISBOA)
1ª PARTE: TBC
ABERTURA DE PORTAS: 20H00
INÍCIO DO ESPETÁCULO: 21H00

  • PREÇOS BILHETES
  • 28 euros
  • CLASSIFICAÇÃO
  • M/6 anos

DEVIN TOWNSEND, um dos mais brilhantes e multifacetados artistas do peso progressivo, volta a Lisboa a 29 de Abril de 2022 – e traz um novo álbum na bagagem.

É, sem margem para qualquer dúvida, uma das forças criativas mais produtivas de que há memória no espectro da música pesada e progressiva nas últimas décadas. Depois de ter visto a segunda etapa da digressão mundial de promoção a «Empath» ser cancelada e de ter passado mais de um ano longe da estrada, o canadiano DEVIN TOWNSEND prepara-se para regressar com a força e o entusiasmo que sempre pautaram o seu percurso ímpar. O retorno faz-se com novo álbum e uma subsequente tour de promoção, que inclui uma paragem em Portugal, para um concerto único no Cineteatro Capitólio, em Lisboa, a 29 de Abril de 2022. Três anos depois do aplaudido «Empath», e dois da edição do registo ao vivo «Order of Magnitude: Empath Live, Vol. 1», o músico vai trazer na bagagem um novo registo de originais, escrito durante a pandemia. Com edição apontada para a Primavera de 2022, «Lightwork», que foi produzido por GGGarth Richardson e misturado por Joe Baressi, serve assim de mote a um muito aguardado regresso ao nosso país.

Tendo em conta a energia que corre nas veias do “Hevy Devy”, não é de estranhar que tenha decidido aproveitar o seu período de confinamento para se manter tão ocupado quanto a pandemia lhe permitiu. O músico lançou uma série de podcasts de análise à sua brilhante carreira, participou em diversas colaborações a solo ou com outros músicos e fez três atuações online para caridade, que lhe permitiram angariar milhares de dólares para os profissionais de saúde da linha de frente do combate à pandemia. Não satisfeito com tudo isso, ainda arranjou tempo para aproveitar uma onda de inspiração, completando mais uma coleção de música nova. O material, segundo o próprio, carrega “uma carga de estranheza, que é efervescente e ensolarada“. “É muito abstrato e uma espécie de fluxo de consciência”, explica Townsend. “É estranho, porque todo disco é um reflexo do tempo em que foi concebido. E este é claramente um tempo estranho.”

Das humildes origens como jovem headbanger na cidade de Vancouver, no Canadá, até atingir a sua atual posição como uma das figuras mais admiradas e influentes no universo do metal e do rock progressivo, DEVIN TOWNSEND – como artista a solo, produtor de exceção ou timoneiro dos Strapping Young Lad – tem encarnado várias personagens e construído um percurso sem momentos mortos, dividindo-se entre uma imensidão de projetos que lhe têm permitido exorcizar os seus demónios interiores e transformá-los em música que é, ao mesmo tempo, intrigante e desafiadora. Do peso ao ecletismo, passando pelo prog eufórico ou por uma sensibilidade pop muito afinada, ao longo das últimas três décadas gravou dezenas de discos e tem trocado sucessivamente de pele, como se de um camaleão se tratasse.

BIOGRAFIA DEVIN TOWNSEND

Devin Garret Townsend – também conhecido carinhosamente como “HevyDevy” – nasceu a 5 de Maio de 1972 em Westminster B.C., no Canadá. Durante a infância via e ouvia o avô a tocar piano e, ainda hoje, cita o pai do seu pai como uma das principais influências para o arranque da sua carreira. Aos 5 anos começou a tocar banjo e, aos 12, apaixonou-se pela guitarra e começou a tocar em bandas com colegas de liceu. O músico chamou a atenção do público pela primeira vez em 1993, quando – com apenas 19 anos – foi escolhido por Steve Vai como vocalista para o álbum «Sex And Religion» e consequente digressão mundial. Terminada a tour, deu as primeiras mostras públicas do seu ecletismo e juntou-se aos ingleses The Wildhearts como guitarrista. Voltou a partir imediatamente para a estrada e, pelo meio, ainda arranjou tempo para trabalhar com os Front Line Assembly nos discos «Millenium» e «Hard Wired». Em 1995, dá-se um ponto de viragem na carreira do multi-instrumentista, com a criação dos Strapping Young Lad. Inicialmente um projeto a solo – foi Devin que gravou as vozes e quase todos os instrumentos da estreia «Heavy As A Really Heavy Thing» – que, criado como reação ao seu profundo desapontamento com o estado da indústria musical, acabaria por transformar-se numa banda a sério para a gravação do segundo álbum, «City» (de 1997).

O primeiro disco assumidamente a solo – apesar de ter sido lançado originalmente sob a designação Ocean Machine – foi editado dois anos depois. «Ocean Machine: Biomech» mostrou não só a sua apetência por sonoridades menos extremas, mas também um incrível e versátil registo vocal. Estava lançado o mote para um método de trabalho muito desafiador e excitante. Um verdadeiro artista atormentado, grava «Infinity» em 1998, depois de ter sido internado num hospital psiquiátrico e diagnosticado como doente bipolar. Incansável, nem os problemas pessoais o fizeram parar e, paralelamente aos Strapping Young Lad, foi lançando registos a solo de forma regular – «Physicist» em 2000, «Terria» em 2001, «Accelerated Evolution» em 2003, «Devlab» em 2004, «Sychestra» em 2006, «The Hummer» em 2006 e, já depois de ter colocado um derradeiro ponto final na carreira dos Strapping Young Lad e da Devin Townsend Band, «Ziltoid The Omniscient» em 2007.

Devin sempre manteve uma relação avessa com a indústria musical e, até certo ponto, com o projeto que o tornou famoso em primeiro lugar. No entanto, também não se pode dizer que os Strapping Young Lad tenham tido uma carreira propriamente irregular, com o grupo a ser ressuscitado em 2003, após um hiato de seis anos, para a gravação de um disco homónimo, de «Alien» (em 2005) e de «The New Black» (em 2006), antes de se desintegrar. Entretanto, o músico teve o primeiro filho e, aparentemente, precisou de algum tempo para planear o seu próximo passo. Tendo em conta o ritmo criativo a que habitou a sua vasta legião de fãs, a paragem prolongada deu origem a muitas ideias novas – um novo projeto apropriadamente intitulado The Devin Townsend Project e quatro álbuns, com conceitos e sons bem distintos, de que se ouviu falar pela primeira vez em 2008. «Ki», o primeiro capítulo deste ambicioso conceito, chegou aos escaparates em Maio de 2009, seguindo-se-lhe «Addicted» em Novembro de 2009 e «Deconstruction» e «Ghost», já em Junho de 2011.

BILHETES

Locais de Venda: Meo Blueticket.
Lojas: FNAC e bilheteira.fnac.pt, Altice Arena, Worten, El Corte Inglés, Turismo de Lisboa, ABEP, Ask Me Lisboa, Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Fórum Aveiro, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto, Time Out Mercado da Ribeira, U-Ticketline e Unkind.pt.
Internacional: Masqueticket.

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