Royal Republic

Royal Republic

17 de Março 2019 - RCA Club (Lisboa)
1ª parte: TBC
Abertura de portas: 20h00 - Início do espetáculo: 21h00

Preço Bilhetes

20 euros

Classificação

M/16 anos

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Há qualquer coisa especial a passar-se entre a Suécia e o rock'n'roll, injetado de punk e da tradição de Detroit que, tantas décadas depois, continua a ter enorme repercussão na música feita com guitarras, bateria, baixo e voz. Por esta altura já parece haver um suprimento inesgotável de músicos suecos bem vestidos, afiando as garras e tentando seguir os passos dos seus conterrâneos The Hives. Entre os mais ilustres estão hoje os ROYAL REPUBLIC. Ao longo da última década, o quarteto de Malmö afirmou-se como um nome a ter em conta neste espectro e com a edição do quarto álbum, «Weekend Man», há dois anos, deu finalmente o salto que muita gente já lhes andava a vaticinar há muito. Chegam agora a Portugal em estado de graça, envoltos num turbilhão de elogios por parte da imprensa e de quem já os viu em palco, para um espetáculo único, a 17 de Março de 2019, no RCA Club, em Lisboa.

Quando abriram, literalmente, as portas da garagem, corria o ano de 2010, os ROYAL REPUBLIC ainda eram miúdos hesitantes, sem a tarimba que só as horas de ensaios e o palco lhes poderiam dar. Isso não pareceu, no entanto, incomodá-los. Muito à semelhança de uma lista de predecessores locais bem ilustres – como é o caso dos The (International) Noise Conspiracy, dos The Hellacopters, dos Backyard Babies e de todas as bandas que gravitavam à volta do Nicke Andersson –, os quatro músicos fizeram-se à vida. Afinaram a habilidade musical e a disciplina na Academia Musical de Malmö e, desde então, aprenderam a quebrar as regras com o máximo de efeito possível. Apoiados em três discos sempre em crescendo – «We Are The Royal» em 2010, «Save The Nation» em 2012 e «Royal Republic And The Nosebreakers» em 2014 –, foram estabelecendo uma reputação e, sobretudo, uma base de seguidores sólida, que muito têm feito por expandir ao longo dos anos.

Tocando ao vivo com tanta frequência quanto possível, os quatro músicos ganharam a experiência que lhes permitiu gravarem «Weekend Man». Ao quarto disco de longa-duração, mostrando que também há arte na simplicidade, os ROYAL REPUBLIC provaram que são totalmente naturais a esse respeito e que soam como as melhores bandas deste tipo. No estúdio e, sobretudo, em palco, parece que chegaram, ligaram os amplificadores e começaram a tocar. A energia torna-se palpável no som granulado, que faz ouvir – alto e com bom som! – um grupo de músicos jovens, com sangue na guelra, que têm sede de conquistar o mundo à força do rock'n'roll. Com uma coleção de hinos diretos, Adam Grahn, Hannes Irengård, Jonas Almén e Per Andreasson soam como se estivessem sempre à beira da combustão... E com o single «Baby» a chegar à posição #15 na categoria Mainstream Rock da tabela Billboard e mais de um milhão de visualizações do vídeo-clip no YouTube, não vai haver quem os pare tão cedo.

BILHETES

Locais de Venda: Ticketline.
Em Espanha: Masqueticket.
Lojas: Abreu, Worten, Fnac, MediaMarkt, Note!, C.C. Mundicenter, C.C. Dolce Vita, SuperCor, UTicketline, Ask Me Lisboa, El Corte Inglês, A.B.E.P., Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Forum Aveiro, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto, Time Out Mercado da Ribeira e Unkind.pt.

BIOGRAFIA ROYAL REPUBLIC

Os Royal Republic são uma banda de rock'n'roll que vai a todas, do garage ao indie, passando também pelo punk e hard rock. São de Malmö, Suécia, e compostos por quatro músicos incrivelmente talentosos – a saber, o vocalista e guitarrista Adam Grahn, o guitarrista Hannes Irengård, o baixista Jonas Almén e o baterista Per Andreasson. A banda foi criada formalmente em 2007 e, três anos depois, lançou o seu primeiro álbum. «We Are The Royal», de 2010, estava repleto de boas canções e aquela música rápida pejada de refrões que nos fazem cantar em uníssono, atingiu de imediato enorme sucesso na Suécia – os primeiros três singles chegaram todos ao #1 da estação de rádio Bandit Rock.

Mantendo um ritmo de trabalho constante, «Save The Nation», o sucessor, chegou às lojas logo em 2012 e alcançou as posições #24 e #14 na tabela de vendas sueca e alemã, respetivamente. O grupo fez duas digressões pela Europa e Austrália, depois de passagens muitíssimo bem-recebidas em festivais de renome como o Rock Am Ring e Rock Im Park, na Alemanha. Apoiados numa mistura de temas rápidos com vocalizações punk rock e outros mais lentos e descontraídos, cheios de melodias cantaroláveis, conseguiram fazer crescer a sua base de fãs por toda a Europa e no resto do mundo.

De forma algo inesperada, mas mostrando que não têm qualquer receio de pisar o risco e afastar-se da fórmula vencedora, em 2014 mostraram um lado que ninguém lhes conhecia. Em «Royal Republic And The Nosebreakers» o quarteto adotou um som country, deixando de lado a atitude mais selvagem, apoiada em andamentos rápidos e enérgicos dos registos anteriores. Tenha sido experiência ocasional ou não, a verdade é que regressaram ao som base – feito de energia, muita melodia e ótimas canções – com o lançamento de «Weekend Man», em 2016. Temas como «Kung Fu Lovin'», «Baby» ou «Weekend Man» transformaram-se em pequenos fenómenos, projetando o grupo a novos mercados. E, mesmo que não se levem demasiado a sério – e não levam, percebe-se pelos vídeos-clips que só querem passar um bom bocado –, a verdade é que o divertimento é um bastião do rock – e a música dos Royal Republic é muito, mesmo muito, bem-feita.

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