The Darkness

The Darkness

20 Janeiro 2022 - CINETEATRO CAPITÓLIO (LISBOA)
1ª PARTE: TBC
ABERTURA DE PORTAS: 20H00
INÍCIO DO ESPETÁCULO: 21H00

  • PREÇOS BILHETES
  • 28 euros
  • CLASSIFICAÇÃO
  • M/6 anos

Os britânicos THE DARKNESS vão estrear-se em Portugal em nome próprio, dia 20 de Janeiro de 2022 no Cineteatro Capitólio.

Depois de, no final de 2019, terem andado na estrada no Reino Unido a tocar para salas esgotadas e rendidas ao seu charme roqueiro, os THE DARKNESS vão voltar às digressões no início do próximo ano e, pela primeira vez, vão fazer um muito aguardado espetáculo em nome próprio no nosso país. Depois de, nos idos de 2006, ter subido ao palco do Rock In Rio Lisboa ao lado dos gigantes GUNS N' ROSES, a banda liderada pelo inimitável Justin Hawkins vai atuar pela primeira vez como cabeça-de-cartaz em Portugal, no Cineteatro Capitólio, em Lisboa, a 20 de Janeiro de 2022. Na bagagem, o grupo de Suffolk – cuja formação fica completa com Dan Hawkins na guitarra, Frankie Poulllain no baixo e Rufus Tiger Taylor na bateria – traz o seu novo álbum, «MotorHeart», que vai ser editado a 17 de Outubro deste ano. Incluíndo temas como «You Don't Have To Be Crazy About Me», «Eastbound» ou «The Power And Glory Of Love», o disco mostra os músicos a dispararem com todos os cilindros, mantendo inalterada a abordagem festiva ao rock'n'roll pejado de refrões pensados para serem entoados em uníssono

Formados na viragem do milénio, os THE DARKNESS ganharam destaque com a edição do seu álbum de estreia em 2003. Apoiado pelo sucesso dos singles «I Believe In A Thing Called Love», «Growing On Me», «Get Your Hands Off My Woman» e «Love Is Only a Feeling», o disco, intitulado «Permission To Land», foi certificado platina quadrupla no Reino Unido, acumulando vendas de mais de 1,3 milhões de cópias. No ano seguinte, a banda arrecadou três galardões na cerimónia dos famosos Brit Awards para Melhor Grupo Britânico, Melhor Grupo de Rock Britânico e Melhor Álbum Britânico. O grupo lançaria um segundo álbum, «One Way Ticket To Hell... And Back» em Novembro de 2005, mas acabaria por dissolver-se no ano seguinte, após o abandono do frontman Justin Hawkins. Só voltariam a reunir-se em 2011, mas não mais voltaram a parar, editando os álbuns «Hot Cakes», «Last of Our Kind», «Pinewood Smile», «Live At Hammersmith», «Easter Is Canceled» e, este ano, a novidade «MotorHeart».

BIOGRAFIA THE DARKNESS

Cheios de pompa e circunstância, os THE DARKNESS atiraram-se com as garras de fora ao mainstream no início dos anos 2000 e, pelo caminho, voltaram a validar o rock clássico mais bombástico e excessivo, que tanto deve aos Queen como aos Aerosmith ou aos Van Halen. Centrados em torno do vocalista/guitarrista/teclista Justin Hawkins, do seu irmão mais novo, Dan, na guitarra, de Frankie Poullain no baixo e de Ed Graham na bateria, os músicos britânicos ressuscitaram sozinhos os sons e as atitudes da música de guitarras feita no final dos 70s e arrastaram essa estética para o novo milénio. Com o Hawkins mais velho a soar como uma fusão de Steven Tyler, David Lee Roth e Freddie Mercury, passaram os dois primeiros anos de carreira a tocar no circuito de bares de Londres e, apesar de terem sido rotulados desde cedo como uma piada pela imprensa, os concertos cheios de energia, os temas cativantes e a adoração sem vergonha por uma estética declaradamente retro valeram-lhes em pouco tempo uma base de seguidores fanáticos.

A maré começou a ficar, finalmente, a seu favor já em Agosto de 2002, quando lançaram o seu primeiro EP, «I Believe In A Thing Called Love», venceram um concurso de talentos e conquistaram importantes lugares de abertura para gigantes como os Deep Purple ou os Def Leppard. Aproveitando o ímpeto, entraram em grande no ano seguinte, atuando no SXSW logo em Janeiro, lançando o single «Keep Your Hands Off My Woman» em Fevereiro e assinando com a Atlantic em Março. Editado a 7 de Julho desse ano, na sequência de uma série de aclamadas aparições em festivais, «Permission To Land» transformou-se rapidamente num mega sucesso comercial, estreando no topo da tabela de vendas inglesa – a primeira vez que um álbum de estreia alcançou a posição desde que os Coldplay o tinham feito três anos antes. Editando o single «Christmas Time (Don't Let the Bells End)» no final de 2003, o quarteto passou quase dois anos a fazer digressões e, quando voltou ao estúdio, as fissuras entre os músicos começaram-se a notar-se. Já durante a gravação, a banda acabaria por separar-se de Poullain, rapidamente substituído pelo ex-técnico de guitarra Richie Edwards.

BILHETES

Locais de Venda: Meo Blueticket.
Lojas: FNAC e bilheteira.fnac.pt, Altice Arena, Worten, El Corte Inglés, Turismo de Lisboa, ABEP, Ask Me Lisboa, Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Fórum Aveiro, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto, Time Out Mercado da Ribeira, U-Ticketline e Unkind.pt.
Internacional: Masqueticket.

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