Mastodon

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17 de Fevereiro - Sala Tejo / Altice Arena (Lisboa)
Abertura de portas: 19h30 - Início do espetáculo: 20h30

Preço Bilhetes

30 euros

Classificação

M/6 anos

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Ticketline

Blueticket

Dois anos após a última atuação em Portugal, os Mastodon regressam à Sala Tejo da Altice Arena, a 17 de Fevereiro de 2019, para apresentarem o seu mais recente álbum, “Emperor of Sand”, que dá mote à digressão europeia que começa em Belfast e termina em Lisboa. Lançado em 2017, “Emperor of Sand” recebeu o GRAMMY® de 2018 pela “Melhor Performance de Metal” com o tema “Sultan’s Curse” e foi ainda nomeado na categoria de “Melhor Álbum de Rock”. Na primeira parte de todos os concertos desta digressão actuam Kvelertak e Mutoid Man. Os bilhetes, que têm um preço único de 30€, ficam disponíveis nos locais habituais, a partir desta sexta-feira, 26 de Outubro, às 10h00.

Os promotores de cada espetáculo desta tour europeia farão doações para uma de três instituições escolhidas pela banda: The TJ Martel Foundation, Hirshberg Foundation for Pancreatic Cancer Research e Pancreatic Cancer Action Network, em homenagem ao antigo manager da banda, Nick John, que faleceu de cancro do pâncreas. Mais detalhes em mastodonrocks.com.

Desde que se juntaram, em 2000, os Mastodon têm aproveitado ao máximo todo o seu tempo. Tocando em todos os grandes festivais, de Coachella ao Bonnaroo, passando pelo Download e Sonisphere, os quatro músicos oriundos de Atlanta encabeçaram também espectáculos em nome próprio em locais lendários como o Red Rocks e, pelo caminho, esgotaram salas em todo o mundo. Apoiados em acuações e álbuns de metal cerebral e progressivo, capazes de lançar sombras ameaçadoras sobre a cultura pop e fazerem a ponte entre a música pesada e o mainstream, Troy Sanders, Brann Daylor, Bill Kelliher e Brent Hinds são um caso raro no espectro da música pesada – os fãs adoram-nos, os críticos aplaudem-nos e os seus pares querem ser como eles. Somando já quase duas décadas de carreira, sete álbuns de estúdio, dois registos ao vivo, uma coletânea e mais de uma dúzia de EPs, splits e singles, os Mastodon têm mostrado saber exatamente como progredir sem nunca estagnar, afirmando-se como um daqueles nomes de que, por esta altura, ninguém espera outra coisa que não seja o inesperado. Das descargas de «Remission» e «Leviathan» à atitude consideravelmente mais direta e orelhuda de registos mais recentes como «Emperor Of Sand» e «Once More 'Round The Sun», passando pelos exigentes exercícios conceptuais «Blood Mountain», «Crack The Skye» e «The Hunter», os músicos têm provado de forma consistente que, para cada lugar de destaque na tabela de vendas Billboard, para cada concerto esgotado ou para cada nomeação para os Grammys, há também uma coleção de grandes temas e sucessivas demonstrações de um talento sem igual.

Nesta mais recente rota europeia, os MASTODON vão viajar pelo velho continente acompanhados pelos KVELERTAK e pelos MUTOID MAN. Formados em Stavander, corria o ano de 2007, ao longo da última década os noruegueses KVELERTAK conseguiram construir uma reputação de respeito como banda ao vivo e assinaram três álbuns aplaudidos de forma unânime – «Kvelertak», «Meir» e «Nattesferd». Com a sua mistura de rock, punk e black metal, algo ao jeito de uns Turbonegro a fazerem versões dos Darkthrone num ensaio dos Refused, são garantia de atuações explosivas, alicerçadas em melodias antémicas para entoar em uníssono. Formados por Stephen Brodsky (dos Cave In) e por Ben Koller (dos Converge e All Pigs Must Die), os MUTOID MAN são, por seu lado, uma super-banda do underground norte-americano e, tendo em conta a qualidade dos dois álbuns que lançaram até ao momento, não deviam precisar de introduções. Focados na arte de encontrar o ponto de equilíbrio perfeito entre caos e ganchos orelhudos, o trio – que fica completo com Nick Cageao no baixo – apoia-se numa abordagem ambiciosa à guitarra e à secção rítmica, que alterna riffs roqueiros com espasmos matemáticos, e promete surpreender os mais incautos.

BILHETES

Locais de Venda: Ticketline e Blueticket.
Em Espanha: Masqueticket.
Lojas: Fnac e FNAC.pt, Worten e Worten.pt, El Corte Inglés, MMM Ticket, C.C. Mundicenter, Lojas The Phonehouse, Agências Abreu, ACP, Bilheteiras Altice Arena, C.C. Dolce Vita Tejo, SuperCor, UTicketline, A.B.E.P., Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Forum Aveiro, Forum Braga, Pavilhão Multiusos de Guimarães, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto, Time Out Mercado da Ribeira, Turismo de Cascais, Turismo de Lisboa e Unkind.pt.

VIP Packs Mastodon

VIP upgrades disponíveis em www.mastodonrocks.com/tour

BIOGRAFIA MASTODON

Oriundos de Atlanta, na Geórgia, os Mastodon tomaram forma em 2000, à volta do enorme talento de Bill Kelliher, Brann Dailor, Troy Sanders e Brent Hinds. Eventualmente, o grupo acabaria mesmo por transformar-se numa das mais notáveis propostas saídas do movimento que alguém decidiu batizar como New Wave Of American Heavy Metal, um caldeirão transversal a diversas gerações, que alberga nomes tão diversos como Pantera, Machine Head, Lamb Of God ou Killswitch Engage. A sua abordagem ultra inovadora, e liricamente astuta, à fusão de metal, hardcore e prog rock, permitiu aos quatro músicos estabelecerem reputação como uma das propostas mais excitantes da sua geração e, mais importante, afirmarem-se como uma das bandas extremas mais proeminentes do início do Séc. XXI. Inspirado pelo amor comum pelos Melvins, Black Sabbath, Neurosis e Thin Lizzy, o quarteto começou a compor rapidamente os primeiros originais e, em 2001, grava a maqueta de quatro temas que lhe valeu a assinatura de um contrato com a influente Relapse, casa mãe de coletivos tão reputados como Neurosis, The Dillinger Escape Plan, Burnt By The Sun ou Today Is The Day, de quem a dupla Kelliher/Dailor fez parte durante o ciclo do icónico «In The Eyes Of God». Ainda esse ano não tinha chegado ao fim e editam o EP «Lifesblood», sucedido rapidamente pelo longa-duração de estreia, «Remission», no ano seguinte. O álbum acabou por provocar reações muito positivas na comunidade metaleira, mas foi só em 2004, com a edição de «Leviathan», registo conceptual baseado na obra literária “Moby Dick” de Herman Melville, que o seu ecletismo proto-metal começou a entrar de forma mais fluída na corrente sanguínea das massas melómanas.

Ao segundo álbum, os músicos assistiram a um ponto de viragem na sua carreira, ocupando lugar de destaque em grande parte das listas dos melhores lançamentos do ano para a imprensa da especialidade. Essa nova popularidade acabou por valer-lhes um acordo com a Warner Bros. para o lançamento do terceiro registo de originais, mas antes ainda tiveram de cumprir o contrato com a Relapse, que – em 2006 – lançou a coletânea «Call Of The Mastodon», composta por versões remasterizadas da maqueta e do EP de estreia, assim como «Workhorse Chronicles», um DVD com filmagens de concertos e entrevistas. No mesmo ano foi também editado, com o título «Blood Mountain», o muito aguardado sucessor de «Leviathan», que se estreou na posição #32 da tabela da Billboard e foi nomeado, na categoria de Best Metal Performance, para um Grammy graças ao tema «Colony of Birchmen». Marcando o pico mais elevado da carreira do coletivo até então, «Blood Mountain» viu a banda tocar perante plateias rendidas um pouco por todo o mundo, numa tour mundial que aumentou consideravelmente as expectativas do público, e da crítica, em relação ao passo seguinte dos músicos. Editado dois anos depois, «Crack the Skye» viu-os crescerem um pouco mais ainda e, revelando uma impressionante ética de trabalho, em 2011 lançam o CD/DVD «Live at Aragon», captado em Chicago durante a digressão de «Crack the Skye». Sem perderem tempo, voltam a fechar-se em estúdio, de onde emergem, em Setembro do mesmo ano, com o estrondoso «The Hunter». Dando um passo atrás na sua abordagem mais progressiva, o quinto álbum de estúdio permitiu-lhes atingirem o seu maior sucesso comercial até à data, conquistando o #10 da Billboard.

Apesar do envolvimento de Troy Sanders – ao lado de Greg Puciato dos The Dillinger Escape Plan, Max Cavalera e Dave Elitch, ex-The Mars Volta – no super-grupo Killer Be Killed, que acabaria por lançar álbum de estreia em 2014, os Mastodon continuavam a ser uma prioridade para todos os seus elementos. Depois de passarem grande parte de 2012 em digressão pela Europa e América do Sul, no ano seguinte o quarteto começa por fim a trabalhar, em parceria com o produtor Nick Raskulinecz, no sexto registo de longa-duração. O álbum, intitulado «Once More 'Round The Sun», foi lançado em Junho de 2014, com a edição a ser precedida pelo single «High Road». Nos dois anos seguintes, vários familiares dos membros da banda sofreram de cancro. A esposa de Troy Sanders, Jeza, recebeu tratamento para um cancro da mama, recuperando totalmente em 2015; no ano seguinte, a mãe de Kelliher morreu vítima de um tumor cerebral, com a mãe de Dailor a ser também diagnosticada na mesma altura. Essas experiências traumáticas, e em catadupa, acabaram por inspirar os mais recentes lançamentos do quarteto, o álbum «Emperor Of Sand» e o EP «Cold Dark Place», ambos produzidos por Brendan O'Brien e editados em 2017.

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