Machine Head & Amon Amarth

Machine Head & Amon Amarth

09 DE OUTUBRO 2022 - CAMPO PEQUENO (LISBOA)
1ª PARTE: The Halo Effect
ABERTURA DE PORTAS: 17H30
INÍCIO DO ESPETÁCULO: 18H25

  • PREÇOS BILHETES
  • 44 a 48 euros
  • CLASSIFICAÇÃO
  • M/6 anos

MACHINE HEAD & AMON AMARTH ANUNCIAM TOURNEE EUROPEIA DE ARENAS PARA 2022

CONVIDADOS ESPECIAIS: THE HALO EFFECT

Dois dos mais aplaudidos pesos pesados das últimas décadas da música pesada juntam-se num triunfal retorno aos palcos.

No dia 9 de Outubro de 2022, o Campo Pequeno, em Lisboa, vai receber duas das mais aclamadas e influentes bandas das últimas décadas no espectro da música mais pesada. Naquele que promete ser um ano em grande para o regresso das digressões de nomes internacionais, as lendas da Bay Area MACHINE HEAD e os expoentes do viking metal sueco AMON AMARTH decidiram juntar-se finalmente numa rota em co-headlining para, entre Setembro e Outubro, protagonizarem a tour mais colossal do próximo ano. Como se esta talentosa dupla não bastasse para deixar qualquer fã de metal a salivar, a estes dois colossos juntam-se os THE HALO EFFECT, uma nova banda composta por cinco dos mais talentosos pioneiros do death metal melódico sueco: Peter Iwers, Daniel Svensson, Jesper Stromblad, Niclas Englin e Mikael Stanne.

“Head Cases e Lion Hearts, alegrem-se!”, exclama Robb Flynn, o vocalista e guitarrista dos MACHINE HEAD. “É com enorme prazer que anunciamos o nosso regresso triunfante ao vosso país para esmagar crânios, inspirar circle pits e esgotar o vosso stock de cerveja! Só que, desta vez, não vamos estar sozinhos. Isso mesmo! Pela primeira vez em quase uma década, os MACHINE HEAD vão abrir mão das suas habituais “An Evening With...” para unirem forças com nossos irmãos dos AMON AMARTH e os seus conterrâneos THE HALO EFFECT. Esta tour monstruosa vai começar no Outono de 2022 e será, garantidamente, uma das noites mais devastadoras de sempre das vossas vidas metaleiras. Como tal, preparem-se para levantar os punhos, erguer os copos no ar e abanar a cabeça connosco na digressão mais pesada do ano! Ninguém vai conseguir resistir ao poder desta aliança épica. Vamos ao vosso encontro muito em breve!”.

Os AMON AMARTH, por seu lado, declaram: “Vikings, fomos convocados para atacar novamente! Eles disseram que isto não poderia ser feito, mas devemos tomar medidas épicas nestes tempos turbulentos. Os AMON AMARTH vão unir forças com os nossos amigos de longa data MACHINE HEAD para abrir um caminho de destruição por toda a Europa no próximo Outono. As vossas almas pagãs vão testemunhar a exibição total da produção de ambas as bandas, para aquele que será o evento de metal mais monumental do ano. A juntar-se à pilhagem vão estar também os THE HALO EFFECT, que personificam absolutamente o espírito do lendário som de Gotemburgo. Entretanto, fiquem atentos a mais novidades nossas em breve, já que está quase na hora de agarrarem nos remos e rumarem à vitória. Mantenham-se seguros e fortes. Raise your horns!”.

“Estamos incrivelmente entusiasmados por anunciar que vamos ter esta oportunidade de apresentar a nossa nova banda em palcos por toda a Europa como apoio aos incríveis MACHINE HEAD e AMON AMARTH durante o próximo Outono”, concluem os THE HALO EFFECT de forma emocionada. “Esta banda começou com uma ideia entre velhos amigos que queriam fazer algo fixe juntos para, de alguma forma, recapturarem a criatividade e a energia que sentiram ao crescer com o metal em Gotemburgo. Juntarmo-nos a duas das bandas mais respeitadas e experientes do mundo do metal será a forma perfeita para mostrarmos o que somos. Vemos-vos na primeira fila!”.

BIOGRAFIA MACHINE HEAD

Um dos mais influentes nomes saídos da cena metal da costa oeste dos Estados Unidos, os MACHINE HEAD deram os primeiros passos guiados pelos talentos de Robb Flynn, o ex-guitarrista dos thrashers Vio-Lence, e do baixista Adam Duce. Acompanhados por Logan Mader na posição de guitarrista e Tony Costanza como baterista, os músicos adotaram uma ética de trabalho totalmente implacável e D.I.Y. que lhes garantiu um contrato com a Roadrunner Records, num relacionamento que se estenderia por todo o seu percurso até 2005.

A empolgante estreia nas edições com o incontornável «Burn My Eyes», de 1994, viu Costanza ser substituído por Chris Kontos e combinou o ataque poderoso, moderno e cheio de balanço dos Pantera com a volatilidade das bandas clássicas do thrash, valendo-lhes rapidamente uma vasta legião de seguidores na Europa. O álbum vendeu mais de 500.000 cópias e deu o tiro de partida para uma enorme tour mundial que durou quase dois anos.

Em 1997, com Dave McClain no lugar de Kontos, o quarteto lançou o segundo longa-duração, intitulado «The More Things Change», que os mostrou a misturarem uma vez mais groove e velocidade com resultados verdadeiramente estonteantes. No entanto, o excesso de digressões e o estilo de vida intenso acabaram por afetar bastante o grupo, com Mader a sair em 1998, abrindo espaço para a entrada de Ahrue Luster ainda antes das gravações de «The Burning Red», que foi editado no ano seguinte.

Mostrando uma abordagem bastante mais aventureira, com fortes influências de nu-metal, o terceiro LP dos Machine Head viu-os a lutarem contra os seus demónios, mas deu origem ao seu primeiro single de sucesso, «From This Day». Ainda com Luster, o grupo lançou mais um longa-duração de estúdio, «Supercharger», de 2001, mas foi só depois da entrada do guitarrista Phil Demmel e da edição do muito elogiado «Through The Ashes Of Empires», em 2003, que ganharam um novo sopro de vida, a que deram continuação quatro anos depois com o agora clássico «The Blackening».

Depois de mais uma rota mundial muito bem-sucedida, os músicos voltaram à mesa de desenho no final de 2010 e escolheram os Jingletown Studios, dos Green Day, para trabalharem num novo álbum. Produzido pelo próprio Flynn, o sétimo álbum, intitulado «Unto The Locust», foi lançado em 2011, com o grupo a continuar a fazer digressões implacáveis tanto nos Estados Unidos como em toda a Europa.

Em Fevereiro de 2013, Duce deixou então o grupo, fazendo de Flynn o único membro remanescente da formação original. Após uma série de testes, Jared MacEachern, ex-Sanctify, foi nomeado como seu substituto e, sem vontade de perder tempo, o quarteto formado por Flynn, Demmel, McClain e MacEachern lançou «Bloodstone & Diamonds» e «Catharsis», em 2014 e 2018, respetivamente, antes da saída abrupta de Demmel e McClain no final de 2018.

Contrariando todas as expectativas, pouco tempo depois Flynn acabaria por anunciar uma reunião parcial da formação que gravou «Burn My Eyes» – com o retorno de Logan Mader na guitarra e Chris Kontos na bateria – para uma digressão de 25.º aniversário do álbum de 1994. Os músicos fizeram-se à estrada e andaram pelos Estados Unidos a tocar para plateias esgotadas, mas a pandemia acabou por ditar o final prematuro da rota. Contando agora com os préstimos de Wacław Kiełtyka (dos polacos Decapitated) e Matt Alstone (dos britânicos Devilment), Flynn e MacEachern começaram a trabalhar naquele que será o décimo álbum de estúdio dos Machine Head e, durante o último ano, lançaram uma sequência de singles que revelou um claro incremento de peso e brutalidade na sonoridade da banda.

BIOGRAFIA AMON AMARTH

Foi há quase duas décadas que um grupo desconhecido do pequeno subúrbio de Tumba, Estocolmo, na Suécia, começou a dar os primeiros passos ainda sob a designação Scum. Inicialmente a debitar um híbrido de death/grind que passou despercebido na emergente cena local, foi em 1992, com a entrada de Johan Egg no grupo e consequente mudança de nome para Amon Amarth – retirado da obra “O Senhor dos Anéis” de J.R.R. Tolkien e que significa “Montanha da Perdição” na língua élfica – que começaram a revelar todo seu potencial.

Apenas duas maquetas – «Thor Arise» e «Arrival Of The Fimbulwinter», de 1993 e 1994, respetivamente – chegaram para definirem uma personalidade vincada, que desde então mistura uma abordagem melódica, ocasionalmente épica e sempre poderosa, ao death metal e o conteúdo lírico inteiramente inspirado nas tradições pagãs dos seus antepassados viking.

Dois anos depois lançam-se finalmente ao mundo com o EP «Sorrow Throughout The Nine Worlds», produzido por Peter Tägtgren (dos Hypocrisy) e com selo Pulverised Records. Ainda a sofrer com alguma instabilidade de formação, a banda assina contrato com a gigantesca Metal Blade e, com Martin Lopez (que pouco tempo depois abandonaria para se juntar aos Opeth) na bateria, edita o disco de estreia «Once Sent From The Golden Hall», em 1998.

Durante a próxima década o grupo não voltou a olhar para trás, editando petardo atrás de petardo do seu som muito característico, assente em riffs que apelam ao headbanging, harmonias melódicas fáceis de assimilar e ritmos devastadores. Foram, de resto, esses elementos que lhes permitiram estabelecer e solidificar uma base de seguidores que não mais parou de crescer, à medida que o quinteto ia construindo um fundo de catálogo de uma consistência que não é, de todo, comum nos dias que correm.

Foram oito os álbuns editados no espaço de treze anos, sem pausas para descanso e sem que nunca tenham baixado a fasquia da qualidade ou da intensidade. A estreia em longa-duração, «The Avenger» (de 1999), «The Crusher» (de 2001), «Versus The World» (de 2002), «Fate Of Norns» (de 2004), «With Oden On Our Side» (de 2006), «Twilight Of The Thunder God» (de 2008) e «Surtur Rising» (de 2011) são títulos que, não há volta a dar, devem figurar na estante de qualquer apreciador de bom death metal que se preze.

À custa de uma perseverança que só encontra paralelo na dos seus antepassados, a banda formada há mais de duas décadas chegou a 2014 com uma carreira estabelecida e pronta dar o próximo passo em termos de exposição. Com entradas nas tabelas de vendas em países como Alemanha, Finlândia, Suécia, Áustria, Suíça e Estados Unidos e salas lotadas deste e do outro lado do Atlântico, ao nono registo de longa-duração, os Amon Amarth juntaram-se ao lendário Andy Sneap, guitarrista e produtor de nomeada com associações a nomes tão famosos como Opeth, Arch Enemy, Testament ou Kreator, entre outros, para gravarem os dez temas de «Deceiver Of The Gods». Editado a 25 de Junho de 2013, o álbum elevou a fasquia a nível de entrega, composição e produção; e trepou rapidamente ao #3 da tabela de vendas na Alemanha, recebendo aplausos unânimes da crítica.

O ano de 2014 começou com um retorno aos Estados Unidos (desta vez para uma tour em nome próprio), seguido de incursões pela Austrália, pela Europa de Leste, pela América do Sul e por todos os maiores festivais de Verão. Dois anos depois, o grupo acabaria por separar-se do baterista de longa data Fredrik Andersson, recrutando Tobias Gustafsson para a gravação de «Jomsviking», em 2016, e acabando por escolher Jocke Wallgren como substituto oficial pouco tempo depois da sua edição. Wallgren fez a sua estreia em estúdio com a banda no álbum «Berserker», que foi lançado em 2019.

BILHETES

Preços dos Bilhetes:
Plateia - 44,00€
Bancada - 48,00€
Mobilidade Condicionada - 44,00€

Locais de Venda: Ticketline, Meo Blueticket e See Tickets.
Lojas: FNAC e bilheteira.fnac.pt, Altice Arena, Worten, El Corte Inglés, Turismo de Lisboa, ABEP, Ask Me Lisboa, Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Fórum Aveiro, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto, Time Out Mercado da Ribeira, U-Ticketline e Unkind.pt.
Internacional: Masqueticket.

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