VOA 2020

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2 e 3 de Julho - Estádio Nacional
Abertura de portas: 15h00 - Início do espetáculo: 17h00

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Passe: 80 euros
Diário: 50 euros

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AMON AMARTH, SEPULTURA e SYLOSIS são as mais recentes confirmações para a edição de 2020 do VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL

A PRIME ARTISTS confirma hoje três novos nomes na edição de 2020 do VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL: aos já anunciados SYSTEM OF A DOWN, KORN, MESHUGGAH e BIZARRA LOCOMOTIVA juntam-se os brasileiros SEPULTURA a 2 de Julho; no dia seguinte, 3 de Julho, os suecos AMON AMARTH e os britânicos SYLOSIS reforçam a programação encabeçada pelos BRING ME THE HORIZON e OF MICE & MEN. Três propostas que prometem tornar ainda mais memorável a 11.ª edição do VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL: SEPULTURA, uma lenda do thrash dos anos 80; AMON AMARTH, porta-estandartes do death metal melódico de inspiração viking; e SYLOSIS, uma das forças mais aplaudidas da nova geração da música de peso.

Quatro anos após terem abalado a estrutura do Coliseu do Porto com mais uma atuação colossal, os AMON AMARTH regressam a solo nacional para um espetáculo que promete ficar cravado na memória de todos aqueles que se atreverem a enfrentar a fúria majestosa dos autores de álbuns como «The Crusher», «Fate Of Norns», «Twilight Of the Thunder God» ou «Jomsviking». Desta vez, o grupo liderado pelo intrépido Johan Egg traz na bagagem «Berserker», o mais recente longa-duração de um percurso sempre em crescendo, que lhes tem valido elogios rasgados pela abordagem mais antémica a um som que, com tanto de épico como de potente, lhes tem permitido tocar, deste e do outro lado ao Atlântico, para plateias rendidas ao seu charme bárbaro.

Com um total de quinze álbuns no fundo de catálogo não seria difícil para os SEPULTURA construírem um alinhamento de clássicos e viverem à custa de um passado brilhante. A mais famosa das bandas brasileiras de metal não parece, no entanto, interessada nisso e, mesmo depois de ter perdido os seus dois elementos fundadores, nunca baixou os braços, reerguendo-se e reinventando-se à luz do novo milénio. Editado na sequência de «A-Lex», «Kairos», «The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart» e do muitíssimo aplaudido «Machine Messiah», o mais recente longa-duração do quarteto hoje liderado por Andreas Kisser, «Quadra», vai ser lançado a 7 de Fevereiro e vem quebrar um período de três anos de silêncio editorial com uma bomba refratária de riffs pesados, ritmos rápidos, arranjos elaborados e uma atitude experimental ainda um pouco mais arrojada.

Oriundos de Reading, Inglaterra, os SYLOSIS deram que falar desde cedo. «Conclusion Of An Age», o álbum de estreia, mostrou uma fusão, sem precedentes, de death/thrash moderno e elementos progressivos, com a mistura arrojada a valer-lhes rasgados elogios. Não intimidado pelo peso da expectativa, o grupo deu continuidade ao seu percurso com uma classe considerável, apoiado numa sequência de álbuns muitíssimo aplaudidos, tours extensas e participações em festivais de grande dimensão. «Cycle Of Suffering», o quinto álbum que gravam desde 2008, vai ser editado já no início de Fevereiro e afirma-se como uma declaração de intenções, mostrando novamente que são mais que dignos de todos os elogios que lhes têm sido traçados desde que deram os primeiros passos.

Formados no final dos 80s, os MESHUGGAH são um dos projectos mais aclamados das últimas três décadas, que interpreta e re-inventa o metal de forma complexa, combinando arranjos matemáticos com ritmos esquivos de jazz experimental e uma dose impressionante de balanço demolidor. Oriundos de Umeå, os MESHUGGAH gravaram oito álbuns de qualidade superior – o mais recente, «The Violent Sleep Of Reason», foi editado em 2016 – e, pelo caminho, elevou a níveis estratosféricos a técnica e intensidade esperadas de bandas do género. Mas por esta altura estes suecos já não têm nada a provar. O auspicioso trabalho inicial, patente em álbuns como «Destroy Erase Improve» e «Chaosphere», permitiu-lhes estabelecerem a sua posição como um dos nomes mais notáveis da história do metal moderno, com os músicos a influenciarem uma infinidade de géneros e subgéneros, do hardcore ao prog, passando pelo djent.

Ao fim de mais de duas décadas de carreira e sete álbuns de longa-duração, a BIZARRA LOCOMOTIVA tem prosseguido de forma segura com um percurso ímpar no espectro da música pesada nacional. Imune a mudanças de tendências e qualquer outra coisa que não seja a sua própria vontade de criar música, simultaneamente, arrebatadora e sufocante, a banda liderada pelo vocalista Rui Sidónio e o guitarrista Miguel Fonseca continua a fazer o seu percurso, carregada de energia exacerbada como, de resto, prova «Mortuário», ainda o álbum mais recente do letal engenho que resiste desde 1993, apoiado numa vasta legião de fãs.

Praticando um híbrido de metalcore com influências de grunge e nu-metal, OF MICE & MEN juntaram-se em 2009 e, após um primeiro disco homónimo editado em 2011, entraram no mainstream do rock pesado com o terceiro álbum, «Restoring Force», que marcou a estreia do vocalista Aaron Pauley e se transformou no lançamento de maior sucesso comercial do grupo até então. Nos últimos cinco anos, apoiados em discos como «Cold World», «Defy» ou «Earth & Sky», de 2019, e numa ética de trabalho invejável, têm construído uma reputação de respeito.

Criados em 2004 a partir das cinzas de várias bandas de Sheffield, os BRING ME THE HORIZON começaram por lançar o EP de estreia em regime D.I.Y. e, pouco tempo depois, já tinham assinado um contrato para a edição do álbum de estreia, «Count Your Blessings». Desde então, o quinteto inglês iniciou um processo de progressão constante, que o viu saltitar do deathcore inicial para o metalcore melódico, amadurecendo uma sensibilidade musical que se começou a tornar cada vez mais evidente no final da sua primeira década de existência. A cada nova edição – da cáustica estreia de 2006 até ao super dinâmico «Sempiternal» de 2013 – os músicos liderados pelo vocalista Oliver Sykes foram reprimindo os breakdowns e as vocalizações guturais e injetando mais melodia orelhuda nas suas canções, até atingirem o equilíbrio perfeito entre o universo do metal e da música alternativa com o mega sucesso «That's The Spirit», de 2015. Em «Amo», o registo mais recente, alargaram ainda um pouco mais o seu raio de ação, com uma sonoridade que se afirma cada vez mais como a banda-sonora perfeita para toda uma nova geração apostada em quebrar as grilhetas que prendem a música pesada.

A abordagem catártica ao metal alternativo patente nos álbuns «Korn», «Life Is Peachy» e «Follow The Leader» posicionou os norte-americanos KORN como uma das propostas mais populares e provocantes que surgiram na era pós-grunge do final da década de 90, valendo-lhes dois Grammys e dois MTV Video Music Awards, assim como reconhecimento generalizado por parte do público, da imprensa e da indústria. Na vanguarda do nu-metal, tendência que começava a dar os primeiros passos na época para se transformar num fenómeno global nos anos seguintes, o quinteto liderado por Jonathan Davis evoluiu além do híbrido rock/metal/hip-hop inicial, desenvolvendo um estilo com marca registada que incorpora guitarras graves e riffs colossais, uma secção rítmica extremamente pesada e letras sombrias, tudo envolto num ambiente geral atmosférico e bem obscuro, cortesia da mente brilhante de Davis, que nunca se furtou a expor os seus demónios internos. Uma boa prova disso é o mais recente «The Nothing», editado no passado dia 13 de Setembro e que se afirma como mais uma entrada brilhante no fundo de catálogo de um grupo que já vendeu mais de 35 milhões de cópias em todo o mundo.

Assim como muitas outras bandas de peso surgidas na reta final do Séc. XX, os SYSTEM OF A DOWN alcançaram o equilíbrio perfeito entre a fúria thrash dos 80s e a melodia do rock alternativo do início dos 90s, sendo que a toada sombria e neogótica do seu nu-metal ganhou um enorme culto numa altura em que o movimento estava em ebulição. Formado pelo vocalista Serj Tankian, pelo guitarrista Daron Malakian, pelo baixista Shavo Odadjian e pelo baterista John Dolmayan no sul da Califórnia, o quarteto ganhou rapidamente um grande número de seguidores em Los Angeles e, no final de 1997, assinou contrato com a American Recordings, propriedade do produtor/guru Rick Rubin. Editado no Verão do ano seguinte, o álbum de estreia atirou-os para a estrada; primeiro ao lado dos Slayer, na Europa, e depois como parte do festival itinerante Ozzfest, nos Estados Unidos.

Com «System Of A Down» a valer-lhes a marca de ouro, em Setembro de 2001 o quarteto lançou o mais ambicioso «Toxicity», que arrumou de vez com a maior parte da competição e atingiu honras de multiplatina. Para muitos, quase duas décadas depois, continua a ser uma obra-prima e uma coisa é certa: temas como «Chop Suey!» e «Aerials» mudaram para todo o sempre a música de peso como era conhecida até então, graças à sua fusão de punk, metal, jazz e música tradicional arménia. Sempre politicamente ativos, mesmo com Malakian e Tankian ocupados com os seus projetos, o quarteto acabaria por manter-se na ribalta, lançando mais três discos a que ninguém pode apontar o dedo – «Steal This Album!» de 2002, seguidos de «Mezmerize» e «Hypnotize» três anos depois.

Surpreendentemente, o grupo entrou em hiato em 2006 e reuniu-se quatro anos depois. Desde então, têm-se apresentado ao vivo ocasionalmente e, apesar de não terem lançado material novo desde 2005, já venderam mais de 40 milhões de discos em todo o mundo. Dois dos seus singles de maior sucesso comercial, «Aerials» e «Hypnotize», chegaram a #1 da Billboard; «B.Y.O.B.», por seu lado, valeu-lhes um Grammy de Melhor Performance de Hard Rock. Resultado, com apenas cinco álbuns de estúdio na bagagem, três dos quais estrearam na posição cimeira da tabela de vendas americana, os SYSTEM OF A DOWN são hoje um dos nomes mais emblemáticos da sua geração e, deste regresso a Portugal, não se espera menos que uma noite para mais tarde recordar.

Os passes para os dois dias do VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL, assim como os bilhetes diários para dia 2 de Julho, estão esgotados. Ainda disponíveis estão os ingressos para o segundo dia do evento, 3 de Julho.

BILHETES

Locais de Venda: Ticketline, Blueticket e Bilheteira Fnac
Internacional: Blueticket e Masqueticket.
Lojas: Fnac e FNAC.pt, Worten e Worten.pt, El Corte Inglés, MMM Ticket, C.C. Mundicenter, Lojas The Phonehouse, Agências Abreu, ACP, Bilheteiras Altice Arena, C.C. Dolce Vita Tejo, SuperCor, UTicketline, A.B.E.P., Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Forum Aveiro, Forum Braga, Pavilhão Multiusos de Guimarães, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto, Time Out Mercado da Ribeira, Turismo de Cascais, Turismo de Lisboa e Unkind.pt.

Mais acerca de VOA 2020

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