VOA 2020

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2 e 3 de Julho - Estádio Nacional
Abertura de portas: 15h00 - Início do espetáculo: 17h00

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Passe: 80 euros
Diário: 50 euros

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Mais três nomes adicionados ao cartaz da edição de 2020 do VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL

Os suecos MESHUGGAH lideram a terceira vaga de confirmações

Com os bilhetes diários para o dia 2 de Julho e os passes para os dois dias esgotados, a 11.ª edição do VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL, com selo da PRIME ARTISTS, é já o mais antecipado dos festivais no verão de 2020. Aos já anunciados SYSTEM OF A DOWN, BRING ME THE HORIZON e KORN, juntam-se três novas confirmações de peso que, nos dias 2 e 3 de Julho de 2020, sobem ao palco do Estádio Nacional. No primeiro dia, o alinhamento encabeçado pelos SYSTEM OF A DOWN e KORN vê-se agora reforçado com a confirmação do muito aguardado regresso a Portugal dos suecos MESHUGGAH - que, depois da passagem pelo VOA (2010) e Paradise Garage (2012), prometem dar mais uma lição de como se faz metal cerebral e técnico cheio de groove contundente - e pelos históricos BIZARRA LOCOMOTIVA, uma das bandas mais importantes e singulares do metal nacional. No dia seguinte os norte-americanos OF MICE & MEN estreiam-se ao vivo em Portugal, para gáudio dos milhares de fãs que há muito o vinham pedindo à PRIME ARTISTS.

Formados no final dos 80s, os MESHUGGAH são um dos projectos mais aclamados das últimas três décadas, que interpreta e re-inventa o metal de forma complexa, combinando arranjos matemáticos com ritmos esquivos de jazz experimental e uma dose impressionante de balanço demolidor. Oriundos de Umeå, os MESHUGGAH gravaram oito álbuns de qualidade superior – o mais recente, «The Violent Sleep Of Reason», foi editado em 2016 – e, pelo caminho, elevou a níveis estratosféricos a técnica e intensidade esperadas de bandas do género. Mas por esta altura estes suecos já não têm nada a provar. O auspicioso trabalho inicial, patente em álbuns como «Destroy Erase Improve» e «Chaosphere», permitiu-lhes estabelecerem a sua posição como um dos nomes mais notáveis da história do metal moderno, com os músicos a influenciarem uma infinidade de géneros e subgéneros, do hardcore ao prog, passando pelo djent.

Ao fim de mais de duas décadas de carreira e sete álbuns de longa-duração, a BIZARRA LOCOMOTIVA tem prosseguido de forma segura com um percurso ímpar no espectro da música pesada nacional. Imune a mudanças de tendências e qualquer outra coisa que não seja a sua própria vontade de criar música, simultaneamente, arrebatadora e sufocante, a banda liderada pelo vocalista Rui Sidónio e o guitarrista Miguel Fonseca continua a fazer o seu percurso, carregada de energia exacerbada como, de resto, prova «Mortuário», ainda o álbum mais recente do letal engenho que resiste desde 1993, apoiado numa vasta legião de fãs.

Praticando um híbrido de metalcore com influências de grunge e nu-metal, OF MICE & MEN juntaram-se em 2009 e, após um primeiro disco homónimo editado em 2011, entraram no mainstream do rock pesado com o terceiro álbum, «Restoring Force», que marcou a estreia do vocalista Aaron Pauley e se transformou no lançamento de maior sucesso comercial do grupo até então. Nos últimos cinco anos, apoiados em discos como «Cold World», «Defy» ou «Earth & Sky», de 2019, e numa ética de trabalho invejável, têm construído uma reputação de respeito.

Criados em 2004 a partir das cinzas de várias bandas de Sheffield, os BRING ME THE HORIZON começaram por lançar o EP de estreia em regime D.I.Y. e, pouco tempo depois, já tinham assinado um contrato para a edição do álbum de estreia, «Count Your Blessings». Desde então, o quinteto inglês iniciou um processo de progressão constante, que o viu saltitar do deathcore inicial para o metalcore melódico, amadurecendo uma sensibilidade musical que se começou a tornar cada vez mais evidente no final da sua primeira década de existência. A cada nova edição – da cáustica estreia de 2006 até ao super dinâmico «Sempiternal» de 2013 – os músicos liderados pelo vocalista Oliver Sykes foram reprimindo os breakdowns e as vocalizações guturais e injetando mais melodia orelhuda nas suas canções, até atingirem o equilíbrio perfeito entre o universo do metal e da música alternativa com o mega sucesso «That's The Spirit», de 2015. Em «Amo», o registo mais recente, alargaram ainda um pouco mais o seu raio de ação, com uma sonoridade que se afirma cada vez mais como a banda-sonora perfeita para toda uma nova geração apostada em quebrar as grilhetas que prendem a música pesada.

A abordagem catártica ao metal alternativo patente nos álbuns «Korn», «Life Is Peachy» e «Follow The Leader» posicionou os norte-americanos KORN como uma das propostas mais populares e provocantes que surgiram na era pós-grunge do final da década de 90, valendo-lhes dois Grammys e dois MTV Video Music Awards, assim como reconhecimento generalizado por parte do público, da imprensa e da indústria. Na vanguarda do nu-metal, tendência que começava a dar os primeiros passos na época para se transformar num fenómeno global nos anos seguintes, o quinteto liderado por Jonathan Davis evoluiu além do híbrido rock/metal/hip-hop inicial, desenvolvendo um estilo com marca registada que incorpora guitarras graves e riffs colossais, uma secção rítmica extremamente pesada e letras sombrias, tudo envolto num ambiente geral atmosférico e bem obscuro, cortesia da mente brilhante de Davis, que nunca se furtou a expor os seus demónios internos. Uma boa prova disso é o mais recente «The Nothing», editado no passado dia 13 de Setembro e que se afirma como mais uma entrada brilhante no fundo de catálogo de um grupo que já vendeu mais de 35 milhões de cópias em todo o mundo.

Assim como muitas outras bandas de peso surgidas na reta final do Séc. XX, os SYSTEM OF A DOWN alcançaram o equilíbrio perfeito entre a fúria thrash dos 80s e a melodia do rock alternativo do início dos 90s, sendo que a toada sombria e neogótica do seu nu-metal ganhou um enorme culto numa altura em que o movimento estava em ebulição. Formado pelo vocalista Serj Tankian, pelo guitarrista Daron Malakian, pelo baixista Shavo Odadjian e pelo baterista John Dolmayan no sul da Califórnia, o quarteto ganhou rapidamente um grande número de seguidores em Los Angeles e, no final de 1997, assinou contrato com a American Recordings, propriedade do produtor/guru Rick Rubin. Editado no Verão do ano seguinte, o álbum de estreia atirou-os para a estrada; primeiro ao lado dos Slayer, na Europa, e depois como parte do festival itinerante Ozzfest, nos Estados Unidos.

Com «System Of A Down» a valer-lhes a marca de ouro, em Setembro de 2001 o quarteto lançou o mais ambicioso «Toxicity», que arrumou de vez com a maior parte da competição e atingiu honras de multiplatina. Para muitos, quase duas décadas depois, continua a ser uma obra-prima e uma coisa é certa: temas como «Chop Suey!» e «Aerials» mudaram para todo o sempre a música de peso como era conhecida até então, graças à sua fusão de punk, metal, jazz e música tradicional arménia. Sempre politicamente ativos, mesmo com Malakian e Tankian ocupados com os seus projetos, o quarteto acabaria por manter-se na ribalta, lançando mais três discos a que ninguém pode apontar o dedo – «Steal This Album!» de 2002, seguidos de «Mezmerize» e «Hypnotize» três anos depois.

Surpreendentemente, o grupo entrou em hiato em 2006 e reuniu-se quatro anos depois. Desde então, têm-se apresentado ao vivo ocasionalmente e, apesar de não terem lançado material novo desde 2005, já venderam mais de 40 milhões de discos em todo o mundo. Dois dos seus singles de maior sucesso comercial, «Aerials» e «Hypnotize», chegaram a #1 da Billboard; «B.Y.O.B.», por seu lado, valeu-lhes um Grammy de Melhor Performance de Hard Rock. Resultado, com apenas cinco álbuns de estúdio na bagagem, três dos quais estrearam na posição cimeira da tabela de vendas americana, os SYSTEM OF A DOWN são hoje um dos nomes mais emblemáticos da sua geração e, deste regresso a Portugal, não se espera menos que uma noite para mais tarde recordar.

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Locais de Venda: Ticketline, Blueticket e Bilheteira Fnac
Internacional: Blueticket e Masqueticket.
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