Sepultura

Sepultura

18 de Novembro 2021 - Hard Club (Porto)
1ª parte: Sacred Reich + Crowbar
Abertura de portas: 18h30 - Início do espetáculo: 19h10

Preço Bilhetes

28 euros

Classificação

M/6 anos

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Em 2021, os SEPULTURA fazem a “dobradinha” em Portugal. Com a promoção ao vivo do seu mais recente álbum, «Quadra», editado em Fevereiro pela Nuclear Blast Records, interrompida pela pandemia do novo Coronavírus, no próximo ano as lendas brasileiras do thrash voltam à estrada a todo o gás e, depois de terem assegurado a sua presença em muitos festivais de Verão, acabam de anunciar uma digressão de Outono. Andreas Kisser, Derrick Green, Paulo Jr. e Eloy Casagrande vão assim fazer uma segunda data no nosso país, desta vez em nome próprio, no dia 18 de Novembro de 2021, no Hard Club, no Porto. Recorde-se que, uns meses antes, a banda tem presença assegurada na 11.ª edição do VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL, que decorre de 16 a 17 de Junho d3 2021, no Estádio Nacional.

Como “suporte”, desta vez os SEPULTURA trazem consigo dois nomes de respeito, que suscitam reverência: SACRED REICH e CROWBAR. Oriundos do Arizona, no Texas, os SACRED REICH têm estatuto de culto entre os pilares do thrash metal e, durante os 80s, lançaram uma sequência de discos intocáveis, alguns dos quais – como «Ignorance» ou «The American Way» – a ficarem marcados para sempre na memória de quem gosta de thrash com uma mensagem sociopolítica. Em 2019, depois de mais de duas décadas de silêncio editorial, voltaram finalmente à carga com «Awakening» e uma atitude renovada. Os CROWBAR, por seu lado, são dos mais ilustres representantes da música pesada feita em New Orleans. Ao longo das décadas, construíram reputação de respeito como uma das propostas mais demolidoras saídas do movimento, apoiados em álbuns tão aplaudidos (e influentes) como «Time Heals Nothing» ou «Odd Fellows Rest». Munidos de riffs colossais e comandados pelo rugido melancólico de Kirk Weindstein, são um expoente máximo dos blues bastardos, injetados de peso metal e energia hardcore.

Fruto da convicção inabalável do guitarrista e timoneiro Andreas Kisser, os SEPULTURA são hoje o mais bem-sucedido porta-estandarte da música de peso brasileira e souberam como reerguer-se, carregando nos ombros o peso dos dias de glória que viveram ali na transição dos anos 80 para os 90, graças à sequência de álbuns clássicos «Beneath The Remains», «Arise», «Chaos A.D.» e «Roots». Caminhando por terrenos experimentais e aventureiros, mas sempre com um pé firme na tradição do thrash, a banda reinventou-se à luz do novo milénio. Editado na sequência dos muito aplaudidos «A-Lex», «Kairos», «The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart» e «Machine Messiah», «Quadra», que é o mais recente disco dos brasileiros, afirmou-se como um arrojado disco conceptual, que os mostra a desbravarem caminhos que num tinham pisado antes.

BIOGRAFIA SEPULTURA

A história dos brasileiros Sepultura começa, em Belo Horizonte, no ano de 1983. Mais precisamente quando os irmãos Cavalera, Max e Igor, decidiram convidar dois colegas de liceu, Paulo Jr. e Jairo Guedz, para formar uma banda. Um ano depois, o dono da Cogumelo Records vê-os tocar num festival e contrata-os de imediato, seguindo-se a edição de «Bestial Devastation». Gravado em dois dias (e partilhado com os Overdose), é editado em 1985 e dá origem a uma tour pelo Brasil, que antecede o álbum de estreia, «Morbid Visions», e a troca de Jairo por Andreas Kisser, em 1986. O passo seguinte é dado com «Schizophrenia», o último disco para a Cogumelo e aquele em que começam a dar que falar, vendendo cerca de 10.000 cópias nas primeiras semanas. A New Renaissance lançou-o depois nos Estados Unidos e, em 1989, surge a oferta por parte da Roadrunner Records para um contrato de sete anos, que assinam para o lançamento do derradeiro terceiro disco. Gravado em nove dias e produzido por Scott Burns, o hoje clássico «Beneath the Remains», afirmou-os como sérios candidatos ao pódio do thrash, sendo considerado um dos melhores lançamentos do ano e comparado ao «Reign in Blood», dos Slayer.

Os Sepultura fazem pela primeira vez uma digressão fora do Brasil, que inclui uma paragem no Dynamo Open Air, onde tocam para cerca de 26.000 pessoas e conhecem Gloria Bujnowski, que se transforma na manager do grupo. É aí que começa a escalada para o sucesso... Em 1991, tocam no Rock in Rio II, para 50.000 pessoas e, dois meses depois, lançam «Arise», que vende cerca de 160.000 cópias nas oito primeiras semanas. Sucedem-se muitos concertos e, dois anos depois, «Chaos AD», o primeiro com influências tribais e que dá origem aos singles «Refuse/Resist», «Territory» e «Slave New World».

Em 1996, o single «Roots Bloody Roots» antecede o álbum «Roots», o trabalho mais experimental da sua carreira até à data, incluindo um tema com participação de Carlinhos Brown, dois gravados com os índios Xavantes e presença de percussão, berimbau e batidas tribais ao longo de todo o disco. A meio da digressão mundial de promoção, a banda é informada da morte de Dana Wells, um dos filhos de Gloria. Tocam como trio no Monsters of Rock desse ano e terminam a tour no Ozzfest, após cancelarem três semanas de concertos nos Estados Unidos.

Em Dezembro de 1996, rebenta a bomba: Max Cavalera deixara a banda, depois de Gloria, sua mulher, ter sido despedida pelos outros três membros. O próximo ano e meio foi de indefinição, com o silêncio quebrado apenas pela compilação «Blood-Rooted». Só no início de 1998 voltam ao ativo, com o norte-americano Derrick Green na voz e Kisser a assegurar todas as partes de guitarra. Em Maio, viajavam até ao Japão para colaborar com os Kodo. O resultado, intitulado «Kamaitachi», é incluído no primeiro longa-duração da fase pós-Max. Sobrevivendo ao período mais difícil da sua carreira, os Sepultura voltam à carga com «Against», que chega aos escaparates em 1998. Apesar das reações pouco consensuais, os músicos seguem o seu caminho como se não fosse nada com eles, gravando «Nation» em 2001, «Revolusongs», um EP de versões, em 2002, «Roorback» em 2003 e o primeiro disco ao vivo da sua carreira, «Live In São Paulo», em 2005. O décimo álbum de estúdio, «Dante XXI», é editado em 2006, baseado n'«A Divina Comédia» de Dante Alighieri. O primeiro fruto da união à SPV Records é também o terceiro álbum conceptual da carreira da banda, na sequência de «Roots» e «Nation». É por esta altura que surgem os primeiros rumores de uma reunião com Max, mas – para surpresa geral – o regresso da carismática voz do grupo nunca se chega a materializar e, antes de começarem a tour de promoção a «Dante XXI», Igor decide abandonar, sendo substituído por Jean Dolabella.

BILHETES

Locais de Venda: Ticketline.
Em Espanha: Masqueticket.
Lojas: Fnac, Worten, C.C. Mundicenter, SuperCor, UTicketline, Ask Me Lisboa, El Corte Inglês, A.B.E.P., Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Forum Aveiro, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto, Time Out Mercado da Ribeira e Unkind.pt.

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